Ministro da África do Sul nega compra de votos para sediar Copa

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da gbg bet: O ministro de Esportes da África do Sul, Fikile Mbalula, veio a público nesta quinta-feira desmentir a versão da Fifa que, na última quarta, afirmou que cerca de R$ 40 milhões foram destinados à compra de votos para a realição da Copa do Mundo de 2010 na capital africana.

– A Fifa está tentando exonerar sua própria estrutura de governança – disse Mbalula,durante entrevista coletiva.

Na ocasião, o ministro manteve o argumento inicial sobre o destino dos quase R$ 40 milhões, que, segundo a África do Sul e a Fifa (na época do Mundial), era financiar um programalegítimo de desenvolvimento do futebol.

Entretanto, o discurso da Fifa – que elegeuGianni Infantino recentemente como presidente – dá conta que a quantia foi transferida paraJack Warner, então presidente da Concacaf e vice da Fifa, e ao secretário-geral da Concacaf e membro do Comitê Executivo da Fifa,Chuck Blazer. O motivo: troca de votos para a África do Sul sediar o Mundial de 2010.

continua após a publicidadeRelacionadasFutebol InternacionalBlatter vai ao TAS para anular suspensão de seis anosFutebol Internacional17/03/2016Futebol InternacionalFifa fecha 2015 com R$ 445 milhões de prejuízo e revela salário de BlatterFutebol Internacional17/03/2016Futebol NacionalCBF diz que cobrança da Fifa contra Del Nero é ‘ato político’Futebol Nacional16/03/2016

da aposte e ganhe: Ambos os ex-dirigentes citados acima estão fora do futebol. Atualmente, Warner está emTrinidad e Tobago (seu país natal) com uma ordem de extradição pendente, após ser acusado peloDepartamento de Justiça dos Estados Unidos e preso por fraude e lavagem de dinheiro. JáBlazer foi banido do futebol pela Fifa (em 2013, fez confissões essenciais para investigações da entidade).

Resumo do caso

Gianni Infantino, presidente da Fifa recém-eleito, entregou documentos à Justiça dos Estados Unidos com o objetivo de receber indenização de cartolas envolvidos (da Conmebol e da Concacaf) em recentes casos de corrupção, na última quarta-feira

Entre os cobrados estão os ex-presidentes da CBF Ricardo Teixeira, José Maria Marin e Marco Polo Del Nero..

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